Em sua fala, o réu relatou que buscava apenas encerrar o relacionamento com a vítima e seguir sua vida, mas teria sido convencido por um suposto líder espiritual a realizar um ritual para “desfazer um trabalho espiritual” supostamente feito contra ele. Para isso, segundo ele, pagou R$ 15 mil, acreditando que se tratava de algo “espiritual” e sem qualquer relação com violência.
“Estou chocado até hoje com a morte dela. Não sei por que estou sendo acusado de algo tão horrível. Quero uma resposta. A polícia apresentou várias coisas, mas não provou nada”, declarou o acusado diante do juiz.
Ele também negou as acusações de agressão feitas anteriormente, afirmou que não havia motivos para cometer o crime e defendeu que não houve vantagem patrimonial com a morte da ex-companheira. O suspeito alega estar preso injustamente há quatro anos.
O caso segue sendo julgado pelo Tribunal do Júri.