‘Recuperar o estado foi uma tarefa árdua, destruí-la pode ser muito fácil’, diz Garcia ao defender projeto alinhado

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A declaração ocorre no momento em que a base governista enfrenta resistência para fechar uma chapa que dê continuidade ao projeto liderado pelo governador. Aliados de Mauro defendem o nome do vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos), enquanto o senador Jayme Campos (União) também articula uma possível candidatura ao Palácio Paiaguás.

O secretário lembrou o cenário encontrado no início da atual gestão como salário de servidores e repasses a empresas atrasados.

“Nós atravessamos uma época muito dura, um governo que não tinha dinheiro para pagar servidores, que devia fornecedores, com viaturas parando por falta de combustível. Foi muito difícil consertar o governo do estado”, afirmou.

Segundo ele, após o ajuste fiscal, Mato Grosso passou de um estado com dificuldades financeiras para um dos que mais investem no país.

“Depois de consertado, transformamos Mato Grosso naquele governo falido no governo que mais investe no Brasil. É o maior pacote de infraestrutura do Brasil, o estado que mais constrói estradas”, disse.

Fábio destacou que a atual gestão recebeu o estado com 6,4 mil quilômetros de rodovias pavimentadas e deve entregar mais de 7 mil novos quilômetros, mais que dobrando a malha existente. Ele também citou investimentos na saúde, com seis grandes hospitais, um já entregue e outros cinco em construção, e na educação, com reformas em centenas de escolas.

Para o secretário, a manutenção desse ritmo depende de estabilidade política e administrativa.

“A gente espera que Mato Grosso continue sendo bem administrado para que possamos seguir investindo, melhorando a infraestrutura e garantindo melhores condições de vida. Mato Grosso tem tudo para se tornar não só a principal força econômica do Brasil, mas o melhor estado para se viver”, ressaltou.

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