O senador e pré-candidato ao governo de Mato Grosso Wellington Fagundes (PL) acusou o governador e também pré-candidato a reeleição, Otaviano Pivetta (Republicanos), de espalhar suspeitas generalizadas de corrupção ao falar em “negociatas” em emendas parlamentares sem citar nomes. A declaração do bolsonarista foi dada durante entrevista ao Jornal do Meio Dia, da TV Vila Real, nesta sexta-feira (24).
A crítica ocorre após Pivetta, durante a feira agropecuária Norte Show em Sinop (500 km de Cuiabá), classificar como “sem-vergonhice crônica” práticas na política e afirmar que não aceita negociação dentro do Executivo estadual e mandou recado indireto a parlamentares. Segundo Fagundes, a estratégia usada por Pivetta não é novidade.
Ele lembrou que a estratégia já teria sido adotada em 2014, quando Pivetta atuava como coordenador da campanha do ex-governador Pedro Taques (PSB). “Primeiro, essa história já é velha. Eu me lembro bem quando o atual governador Pivetta era coordenador da campanha do Pedro Taques fez as mesmas acusações e disse que eu não teria coragem de quebrar o meu sigilo”, afirmou.
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Fagundes pontua que a fala de Pivetta mira toda a classe política. Para o senador, a fala do governador é uma “estratégia para chamar atenção” e acaba colocando todos sob suspeição, sem apresentar provas. “Agora, pior, ele agora acusou todo o Congresso Nacional, os prefeitos, sugerindo que poderia ter corrupção. Estratégia para chamar atenção”, pontua.
Fagundes, por sua vez, sinaliza que não pretende ter como mote de sua campanha esse tipo de confronto “de ir para o ataque”.“Eu vou trabalhar, eu vou andar muito, conversar com os eleitores e procurar mostrar exatamente o meu propósito”, finaliza.


