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Morte de garota de 14 anos em MT foi decretada por líder do CV no RJ

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Informações apuradas pelo FOLHAMAX dão conta de que a adolescente de 14 anos, Claudia Geovana Dourado de Oliveira, teve a morte decretada pela liderança da facção criminosa Comando Vermelho, Thallisson Santos de Souza. Ele está escondido no Rio de Janeiro.

A Polícia Civil faz buscas por Cleonilton Barbosa Pereira, o Mano K, que é o último envolvido na execução da jovem morta, em Lucas do Rio Verde (354 km de Cuiabá), neste mês. Claudia desapareceu no dia 6 de agosto, depois de ser sequestrada de um hotel em Lucas do Rio Verde. Câmeras de segurança registraram toda a movimentação dos criminosos.
A adolescente de 14 anos era uma “faccionada mirim” e teve a morte decretada depois de abandonar o Comando Vermelho e migrar para a facção rival, o Primeiro Comando da Capital (PCC). Claudia Geovana, que já tinha sido apreendida por envolvimento com tráfico de drogas, também teria ameaçado outras garotas ligadas ao grupo do qual fazia parte.

A investigação apontou que a menor mantinha contato com criminosos, tinha se relacionado com integrantes de facção. Até o momento, quatro pessoas foram presas. As forças de segurança estão realizando buscas pelo último envolvido. Trata-se de Cleonilton Barbosa Pereira, conhecido como Mano K.

MORTE DECRETADA

A investigação apontou que Claudia teve a morte decretada por Thallisson Santos de Souza, conhecido como Mano Filho. Atualmente, o criminoso está escondido em um morro no Rio de Janeiro há cerca de dois anos. Ele, que possui 11 mandados de prisão em aberto contra ele, é envolvido em diversos crimes.

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Em janeiro de 2025, ele foi alvo da operação Contra Impetum, deflagrada pela Polícia Civil contra faccionados do Comando Vermelho  que participaram dos ataques a tiros no escritório e na casa de um advogado e também numa empresa em Lucas do Rio Verde.

O primeiro ataque ocorreu na madrugada do dia 1º de novembro de 2024, quando a sede da empresa “Agrícola Maripá”, de propriedade do empresário Leandro Zavodini, foi alvo de vários tiros. 

O segundo ataque ocorreu na madrugada do dia seguinte. Os investigadores plantonistas foram informados pela imprensa de que um escritório de advocacia localizado na Avenida Universitária teria sido alvo de disparos de arma de fogo. No local, foram constatadas 13 perfurações por tiros na fachada do escritório do advogado Marco Antônio Mendes, atingindo paredes e vidros.

Conforme as investigações, tanto o empresário Leandro Zavodini quanto o advogado Marco Antônio Mendes foram abordados pelo aplicativo WhatsApp por Tallisson Santos de Sousa, conhecido também pelos apelidos “Mano Filho” ou “Branquilin”.

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