Clima
--°C
Sorriso, MT

Golpista dos carros fakes engana até “cego”, prejuízo passa de R$ 100 mil em Sinop

Receba todas as notícias do CN News MT no seu WhatsApp.
Entre em nosso grupo e fique bem informado.

A Polícia Civil prendeu, nesta terça-feira (26), uma mulher supeita de aplicar uma sequência de golpes em Sinop (500 km de Cuiabá) e região. Segundo o delegado Sérgio Ribeiro, já são pelo menos 34 boletins de ocorrência registrados contra a suspeita, que é investigada por enganar vítimas com falsas vendas de carros, importação de celulares e eletrônicos. O prejuízo total já passa de R$ 100 mil.

A prisão aconteceu durante a Operação Predador. Conforme o delegado, a mulher já acumulava processos em várias cidades de Mato Grosso, como Sinop, Colíder e Alta Floresta, o que levou a Justiça a decretar a prisão preventiva dela.
“Durante essa investigação, nós apuramos que haviam 34 boletins de ocorrências registrados contra essa senhora pela prática do crime de estelionato”, afirmou Sérgio Ribeiro. Segundo ele, “o juiz, também ao consultar o histórico criminal dela no Poder Judiciário, verificou a existência de processos, não só em Sinop, como em Colíder, Alta Floresta e em toda a região”, disse o delegado em entrevista ao Machado Notícias. 

Entre as vítimas, está até um deficiente visual que teria sido enganado na compra de um carro. O delegado relatou que o homem entregou R$ 3,5 mil para que o veículo fosse trazido de Alta Floresta para Sinop, mas nunca recebeu o automóvel.

“Inclusive, como disse o pessoal, teve um cidadão rapaz, deficiente visual, que teve adquirido um carro dela e que segundo esse rapaz, esse carro era pra ter vindo de Alta Floresta pra cá, que teria dado 3.500 reais pra ela pra trazer esse carro e até hoje não recebeu esse carro pelo qual ele teria pago”, disse o delegado.

FIQUE ATUALIZADO COM NOTÍCIAS EM TEMPO REAL:  GRUPO DO WHATSAPPINSTAGRAM DO CN NEWS MT

As investigações também apontam golpes envolvendo a falsa importação de celulares e eletrônicos da Bolívia e de outros países. As vítimas pagavam pelos produtos, mas não recebiam nada.

“Tem outras ocorrências também relacionadas à importação de telefones de outros lugares, de eletrônicos da Bolívia, de outros países, que segundo as pessoas teriam pago pra ela e ela não teria entregado os objetos”, completou. O inquérito deve ser concluído em até 10 dias antes de ser encaminhado ao Poder Judiciário.

PUBLICIDADE

Em Destaque

PUBLICIDADE

Leia mais