Deputado diz que Brasil vive início de ditadura e apoia filho de Bolsonaro

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O deputado estadual Gilberto Cattani (PL) saiu em defesa do federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) que anunciou que vai se licenciar do mandato para morar nos Estados Unidos, onde está desde o final de fevereiro. Ao revelar a decisão, Eduardo fez críticas ao ministro do STF Alexandre de Moraes, responsável pelo inquérito que investiga o seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), por tentativa de golpe de Estado. Eduardo, entretanto, não é alvo da investigação.

“Todo meu apoio ao Eduardo Bolsonaro. Ele realmente teme ser preso, assim como muitas pessoas que não cometem crime nenhum e estão sendo presos em nosso país”, disparou Cattani em entrevista à imprensa na Assembleia. Para Cattani, Brasil vive uma ditadura, por isso, se faz necessário a decisão de morar nos Estados Unidos, como uma espécie de “asilo” político. “Brasil vive o começo [da ditadura] e bem forte”, destaca.

Eduardo anunciou a licença por meio das redes sociais. Decisão acontece dias antes do Supremo apreciar denúncia que pode tornar Jair Bolsonaro réu por tentativa de golpe. Com a licença, ele abrirá mão de receber o salário de R$ 46.366,19.

Em 2022, Eduardo foi o terceiro mais votado em São Paulo, com 741.701 votos, atrás de Guilherme Boulos (PSOL) e Carla Zambelli (PL).

Logo após o anúncio da licença, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, negou o pedido do PT que buscava apreender o passaporte de Eduardo Bolsonaro sob justificativa de que o filho do do ex-presidente da República estaria utilizando essas viagens internacionais para instigar políticos americanos contra o Supremo.

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