O senador e pré-candidato ao Governo de Mato Grosso, Wellington Fagundes, foi um dos destaques do ato “Acorda, Brasil”, realizado neste domingo (1º) na Praça Oito de Abril, em Cuiabá. A mobilização reuniu lideranças políticas, prefeitos, parlamentares e apoiadores da direita em Mato Grosso.
Durante seu discurso, Wellington reforçou seu compromisso como senador da República e também como pré-candidato ao Governo do Estado, afirmando que seguirá defendendo pautas que representam o sentimento de grande parte da população. Entre os pontos defendidos esteve a anistia aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro, além de críticas ao que classificou como tratamento desigual dado a lideranças políticas no país.
O senador citou a situação do ex-presidente Jair Bolsonaro, afirmando que ele enfrenta restrições que considera injustas. Para Wellington, Bolsonaro não pode receber sequer a visita do próprio filho, enquanto o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva, quando esteve preso, recebeu visitas, inclusive da imprensa. “O que defendemos é equilíbrio e respeito aos direitos. Não pode haver dois pesos e duas medidas”, afirmou.
Durante o evento, o senador também leu uma mensagem enviada aos mato-grossenses pelo senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro. No texto, o parlamentar afirma que deseja disputar a eleição com um discurso de união nacional. “Quero olhar para frente. Não quero ser um candidato da vingança, mas um candidato da esperança”, diz um trecho da mensagem.
Wellington também destacou seu projeto político para 2026 e o alinhamento com o grupo nacional do PL. Segundo ele, a construção da aliança passa pela pré-candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência da República, sua pré-candidatura ao Governo de Mato Grosso e a pré-candidatura do deputado federal José Medeiros ao Senado, além da formação de uma base de candidatos a deputado federal e estadual no estado.
O ato “Acorda, Brasil” também ocorreu em outras capitais do país, reunindo apoiadores em torno de pautas como segurança pública, liberdade econômica, críticas ao governo federal e pedidos de mudanças no cenário político nacional.