Trump manda atacar Irã novamente e ameaça cortar energia e abastecimento de água

Receba todas as notícias do CN News MT no seu WhatsApp.
Entre em nosso grupo e fique bem informado.

Os Estados Unidos realizaram novos ataques contra o Irã nesta quarta-feira (8), ampliando a tensão no Oriente Médio. Segundo o Comando Central das Forças Armadas dos EUA (Centcom), os bombardeios tiveram como alvo áreas estratégicas nas cidades de Bandar Abbas e Sirik, no sul do território iraniano.

Em comunicado, o Centcom informou que a ofensiva foi determinada pelo presidente Donald Trump com o objetivo de reduzir a capacidade do Irã de ameaçar a navegação no Estreito de Ormuz, uma das principais rotas marítimas para o transporte mundial de petróleo.

De acordo com o governo norte-americano, a operação ocorre em resposta aos recentes ataques atribuídos ao Irã contra navios comerciais e tripulações civis que transitavam pela região.

Poucas horas antes dos bombardeios, Trump declarou que o acordo de paz firmado entre os dois países em junho havia chegado ao fim e anunciou que novas ações militares poderiam ocorrer.

“Vou dar um pequeno aviso: vamos atacá-los com força esta noite”, afirmou o presidente americano a jornalistas.

Trump também declarou que, caso considere necessário, poderá determinar ataques contra a infraestrutura energética e o sistema de abastecimento de água do Irã.

Em resposta, o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, afirmou que o país responderá às ofensivas com “ações firmes”. Em publicação nas redes sociais, o chanceler criticou o discurso adotado pelo governo norte-americano e ressaltou que o povo iraniano reagirá com coragem.

A nova ofensiva ocorre após semanas de aumento das hostilidades entre os dois países, mesmo após o anúncio de um acordo de paz no mês passado. O cenário reacende preocupações da comunidade internacional sobre uma possível ampliação do conflito e seus impactos na estabilidade do Oriente Médio e no mercado global de petróleo.

PUBLICIDADE

Em Destaque

PUBLICIDADE

Leia mais