O deputado estadual Max Russi (Podemos) admitiu ter tido maior dificuldade para conseguir montar uma chapa competitiva do partido para disputar vagas na Câmara Federal.
Segundo Max, que é o presidente do diretório estadual, há um ano, o que o partido tinha não garantiria a eleição de nenhum candidato da sigla. Entretanto, atualmente ele projeta conseguir fazer até dois eleitos.
“A chapa para federal foi muito mais difícil de ser montada, mas montamos uma grande chapa. O que nós tínhamos, se você pegar um ano atrás, a expectativa era de talvez não eleger nenhum federal. Ao longo desse ano se transformou em clara possibilidade de um deputado federal”, disse ao MidiaNews.
“Hoje nós temos a certeza de um deputado federal e, agora, começando a campanha com o trabalho dos nossos candidatos, nós já temos a perspectiva e a possibilidade de elegermos dois deputados federais”, completou.
Disputa acirrada
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Max conseguiu montar uma chapa completa do partido para disputar, com nove concorrentes, número máximo permitido pela legislação eleitoral. Dos nove nomes, os três que são considerados mais relevantes e carregam, de fato, mais chances de brigar por uma vaga são o deputado federal Nelson Barbudo, o ex-deputado Neri Geller e o ex-secretário de Segurança Pública, Coronel Roveri.
Entretanto, a expectativa é que a legenda consiga eleger somente um deputado, podendo fazer uma segunda cadeira na chamada sobra eleitoral, a depender do desempenho eleitoral dos demais concorrentes.
O quociente eleitoral para a disputa de deputado federal deve ficar em torno dos 230 mil votos nesta eleição.
A chapa do Podemos ainda conta com o Pastor Marcos Ritella, o delegado Fred Murta, o ex-prefeito de Querência, Fernando Gorgen, e as vereadoras Katiuscia Manteli (Cuiabá), Gisa Barros (Várzea Grande) e Kalynka Meirelles (Rondonópolis).