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Carro apreendido com menor foi usado na execução de estuprador em Sinop

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O adolescente de 17 anos que foi preso pela Polícia Militar nesta terça-feira (16) por envolvimento na morte de Adriano Soares de Souza, de 42 anos, é investigado por ter participado da execução do pedreiro João Ferreira da Silva que foi morto a tiros no dia 10 deste mês em Sinop (478 km de Cuiabá), um dia após deixar a prisão. O menor foi flagrado pelos policiais em posse do veículo usado para dar suporte no assassinado de Adriano.

A vítima foi encontrada carbonizada dentro de um carro que foi incendiado na estrada da Adalgisa. O caso aconteceu na noite de segunda-feira (15).
Foi encontrado um fio trançado no corpo de Adriano indicado que o homem havia sido amarrado. Durante as diligências, na manhã desta terça-feira (16), os policiais receberam denúncias anônimas de que um carro tinha dado apoio ao crime e apontaram a localização do motorista. O suspeito foi encontrado na avenida Sebastião Matos no bairro Jardim Vitória Régia e confessou ter participado do crime. Ele indicou o local onde o carro usado no assassinado foi guardado.

Os agentes foram até o local e conseguiram localizar o veículo. Dentro do imóvel foi encontrado abraçadeiras de nylon, balaclavas e duas facas com resquícios de sangue. 

Foi apontado que o mesmo veículo apreendido foi usado na execução do pedreiro João no dia 10 deste mês. O criminoso, que havia sido condenado por matar uma criança de nove anos, ganhou progressão para o regime semiaberto no dia anterior.

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A ação foi registrada por uma câmera do circuito interno de segurança que registrou o momento em que o pedreiro é chamado pelo atirador e assassinato a tiros na frente da pousada. João estava preso preventivamente na Penitenciária Osvaldo Ferreira Leite, conhecida como Ferrugem, desde 2005 após ter sido condenado a 52 anos de prisão.

Ele recebeu a pena de 42 anos por ter assassinado Bruno Aparecido dos Santos. O pedreiro enterrou o corpo no quintal da casa em que morava após abusar sexualmente do garoto.

O pedreiro já havia sido condenado a 10 anos por atentado violento ao pudor contra outro menino, que conseguiu escapar e denunciá-lo à polícia. Na terça-feira, ele teve a progressão de regime concedida pelo juiz Walter Tomaz da Costa.

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