O Consórcio BRT, responsável pela construção do projeto do Ônibus de Trânsito Rápido (BRT), em Cuiabá e Várzea Grande, retomou as obras no trecho da Avenida do CPA, que está sob a responsabilidade da empresa.
Segundo o acordo firmado com o governo do estado, no início deste mês, a obra deve ser concluída no prazo de 150 dias.
Caso as empresas não finalizem a obra no prazo combinado na Avenida do CPA, caberá multa de R$ 54 milhões.
O acordo foi encaminhado ao Tribunal de Contas do Estado (TCE) e ao Ministério Público Estadual (MPE) para análise e validação.
As obras de implantação do BRT a serem realizadas pelo Consórcio BRT são do trecho 1 (entre o Hospital do Câncer e o Viaduto da Sefaz) e trecho 2 (entre a Defensoria Pública e o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia – Crea).
A construção não realizada pelo Consórcio BRT, que deve ter o contrato rompido após cumprir acordo com o governo, será licitada em três lotes, da seguinte forma:
- 1° trecho: da ponte do Rio Cuiabá até a altura do Conselho Regional e Arquitetura (Crea), na Avenida do CPA;
- 2° trecho: da Defensoria Pública, na Avenida Historiador Rubens de Mendonça até o viaduto da Secretaria da Fazenda (Sefaz);
- 3° trecho: toda a região do Bairro Coxipó.
O que será realizado a partir de agora?
Segundo o governo, de imediato deve estar sendo realizado a concretagem das pistas e terraplanagem próximo ao viaduto da Avenida Miguel. Já no trecho próximo ao Hospital do Câncer é realizado o plantio de grama e a implantação da ciclovia e pista de caminhada.
A partir de agora, os serviços das obras serão divididos em lotes, para que tenha contratação de várias empresas especializadas em cada etapa, com o objetivo de “agilizar os trabalhos, garantindo mais eficiência na execução, uma vez que o Estado já tem em caixa os recursos necessários para a conclusão do BRT”, de acordo com o secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira.


