A Universidade Norte do Paraná (Unopar) divulgou nota de repúdio, nesta quarta-feira (17), após a prisão preventiva de um ex-professor da instituição, Alysson Garcia Fernandes de Souza, de 27 anos, investigado por estupro de vulnerável e armazenamento e compartilhamento de pornografia infantil. O caso é apurado pela Polícia Civil, por meio da Delegacia de Alto Araguaia (426 km de Cuiabá), que deflagrou a operação batizada de “Cátedra”.
A Unopar tem unidades em Lucas do Rio Verde, Sinop, Cáceres, Cuiabá, Alto Araguaia e Tangará da Serra. A Unopar reforçou ainda o compromisso com a ética, os direitos humanos e a proteção de crianças e adolescentes, além de assegurar que segue colaborando com as autoridades.
A ação policial cumpriu mandados de prisão preventiva, busca e apreensão domiciliar, além da quebra de sigilo de dados, expedidos pela 1ª Vara Criminal de Alto Araguaia. O trabalho contou com apoio da Polícia Federal, por meio do Sistema Rapina, que já monitorava o investigado. Informações repassadas pela PF reforçaram os indícios coletados pela Polícia Civil.
As apurações confirmaram que o suspeito enviou arquivos com exploração sexual infantil a diferentes pessoas. Após ser preso, o professor foi encaminhado para a Cadeia Pública de Alto Araguaia, onde permanece à disposição do Judiciário.
A Polícia Civil informou que as investigações continuam para identificar possíveis vítimas e apurar eventual participação de terceiros nos crimes.
NOTA DE REPÚDIO
A Unopar vem a público repudiar veementemente os crimes pelos quais um ex-funcionário da instituição foi preso, envolvendo estupro de vulnerável e conteúdo pornográfico infantil. Esclarecemos que o indivíduo citado não integra o quadro de colaboradores desde junho de 2025, tendo sido desligado antes do surgimento e conhecimento das denúncias. Reafirmamos nosso compromisso com a ética, o respeito aos direitos humanos e a proteção de crianças e adolescentes. Condutas como as relatadas são totalmente incompatíveis com os valores que norteiam nossa atuação. A instituição segue colaborando com as autoridades competentes e confia que a Justiça responsabilizará os envolvidos pelos atos ilícitos.
Alto Araguaia, 17 de setembro de 2025