O Grupo Pfitscher, formado por cinco produtores da mesma família, obteve autorização para o processamento de sua recuperação judicial. O passivo declarado soma R$ 119,7 milhões, dos quais R$ 57,1 milhões correspondem a dívidas sujeitas ao processo.
A decisão é do juiz Márcio Aparecido Guedes, da 1ª Vara Cível de Cuiabá.
Com centro administrativo em Tangará da Serra, o grupo relata quase quatro décadas de atividade. Atribui a crise ao crédito mais caro, ao aumento dos arrendamentos e à perda de aproximadamente 110 mil sacas de soja na safra 2023/24.
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A Justiça protegeu temporariamente 17 máquinas e veículos considerados essenciais. A suspensão das execuções abrangidas pela recuperação termina em 9 de março de 2027.
Os produtores terão 60 dias, contados da publicação da decisão, para apresentar o plano de recuperação. O processamento autorizado não representa aprovação das condições de pagamento aos credores.