Está sendo julgado por quem fala que derrotou o bolsonarismo, diz Abilio

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O prefeito de Cuiabá Abilio Brunini (PL) considera que o julgamento da denúncia   contra o ex-presidente da República Jair Bolsonaro (PL) e outros sete por tentativa de golpe de Estado em 2022 é um “jogo de cartas marcadas”.  Segundo ele, ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) que  atuam no caso  já declararam publicamente que “derrotaram o bolsonarismo”, o que coloca em xeque a sua imparcialidade.

É muito difícil quando você percebe que um juiz declara publicamente, por diversas vezes, que eles derrotaram o bolsonarismo.  E ser julgado por quem fala que derrotou o bolsonarismo é um processo praticamente declaratório das decisões judiciais antes mesmo de   decidirem. Então, assim, é complicada a situação que está passando  o Brasil”, declarou Abilio.

De acordo ministros e auxiliares, nesta terça haverá a leitura da denúncia da PGR e as sustentações orais das defesas. Todo esse processo deve levar cerca de duas horas e meia. Na parte da tarde, os ministros começam a votar sobre as questões preliminares.

O colegiado decidirá se o caso deve avançar e ser transformado em uma ação penal. Caso isso ocorra, Bolsonaro se tornará o primeiro ex-presidente da República  a ser réu por tentativa de golpe de Estado, abolição violenta do Estado Democrático de Direito e associação criminosa.

A 1ª Turma do STF é composta por: Alexandre de Moraes (relator), Cristiano Zanin, Luiz Fux, Flávio Dino e Cármen Lúcia.

Além de Bolsonaro, mais sete indivíduos são apontados como parte do “núcleo crucial”. Entre eles estão os generais Augusto Heleno e Braga Netto, Mauro Cid e o ex-ministro Anderson Torres.

Moraes, Dino e Zanin mantidos no caso

Bolsonaro e aliados tentaram afastar os ministros Alexandre de Moraes, Flávio Dino e Cristiano Zanin do inquérito do golpe.

De acordo ministros e auxiliares, nesta terça haverá a leitura da denúncia da PGR e as sustentações orais das defesas. Todo esse processo deve levar cerca de duas horas e meia. Na parte da tarde, os ministros começam a votar sobre as questões preliminares.

O colegiado decidirá se o caso deve avançar e ser transformado em uma ação penal. Caso isso ocorra, Bolsonaro se tornará o primeiro ex-presidente da República  a ser réu por tentativa de golpe de Estado, abolição violenta do Estado Democrático de Direito e associação criminosa.

A 1ª Turma do STF é composta por: Alexandre de Moraes (relator), Cristiano Zanin, Luiz Fux, Flávio Dino e Cármen Lúcia.

Além de Bolsonaro, mais sete indivíduos são apontados como parte do “núcleo crucial”. Entre eles estão os generais Augusto Heleno e Braga Netto, Mauro Cid e o ex-ministro Anderson Torres.

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