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Grupo de Mauro aconselha Pivetta ter mulher na vice em MT

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Presidente da concessionária Nova Rota do Oeste, o ex-senador e empresário Cidinho Santos (PP) negou que será o candidato a vice na chapa do pré-candidato Otaviano Pivetta (Republicanos) e apostou no nome de uma mulher da Baixada Cuaibanapara a vaga. Ele também rechaçou encabeçar a chapa no lugar do aliado, reforçando seu apoio ao republicano. 

“Pivetta já conversou diretamente comigo sobre isso e falei: ‘Nós temos que ter um vice que possa agregar na chapa’. O perfil das pessoas que votam no Pivetta seria mais ou menos o perfil das pessoas que votariam em mim, que são empresários, produtores”, disse Cidinho à Rádio Jovem Pan de Sinop.

Segundo Cidinho, ele e Pivetta agregam o mesmo público, de empresários e produtores rurais, e o foco é que o vice de chapa ‘atraia’ um grupo diferente de votos. O empresário, assim como outros aliados de Pivetta, entre eles o deputado estadual Diego Guimarães (Republicanos), aposta em nomes femininos da baixada cuiabana. 

Questionado sobre o nome da primeira-dama e vereadora de Cuiabá, Samantha Iris (PL), o ex-senador disse que sim, mas que há outros nomes. Ela teve mais de sete mil votos em 2024, sendo a vereador mais votada da Capital.

“Para agregar na chapa dele seria uma mulher da Baixada Cuiabana. Isso agregaria muito mais na chapa dele e o ajudaria a ganhar a eleição. Tem ela [Samantha], mas também tem outros nomes”, enfatizou. 

Já sobre ele ser o “cabeça de chapa” rumo ao Palácio Paiaguás, Cidinho reiterou seu apoio a Otaviano, mas deixou no ar o próximo pleito, como o de 2030. “Essa possibilidade é discutida no grupo. Mas não deveríamos dar vazão a ela. O nosso foco é construir a reeleição do Pivetta e depois de quatro anos tem outras eleições”, comentou.

Cidinho ainda revelou que o governador Mauro Mendes (União) teme um “retrocesso” na gestão pública mato-grossense e casos de corrupção retornem ao estado, como na era do ex-governador Silval Barbosa ou caos financeiro, durante o governo de Pedro Taques (sem partido). “Não podemos ter um retrocesso para voltar a corrupção para o Estado. Quando o governador é corrupto, vem de cima para baixo. Dizem: ‘Se estão roubando lá em cima, aqui embaixo também vamos roubar’. Vira uma epidemia e essa é uma preocupação muito grande”, alertou. 

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