Levantamento realizado pelo Instituto de Inteligência, Pesquisa, Comunicação e Marketing (IPCM) mostra que a disputa pelo governo de Mato Grosso em 2026 ainda está aberta, com elevado índice de eleitores indecisos e pequena diferença entre os principais nomes apresentados. Na pesquisa estimulada (quando os nomes dos pré-candidatos são mostrados aos entrevistados) o senador Wellington Fagundes (PL) aparece na frente, com 27,9% das intenções de voto.
Em seguida aparecem o senador Jayme Campos (União Brasil), com 21,8%; o ex-vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos), com 16,1%; o deputado estadual Max Russi (PSB), com 9%; e a médica Natasha Slhessarenko (PSD), com 4,2%. Eleitores que declararam voto nulo ou branco somam 2%, enquanto 17% afirmaram estar indecisos. Outros 2% não responderam.
Estimulada
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- Wellington Fagundes (PL) – 27,9%
- Jayme Campos (União) – 21,8%
- Otaviano Pivetta (Republicanos) – 16,1%
- Max Russi (PSB) – 9%
- Natasha Slhessarenko (PSD) – 4,2%
Considerando apenas os votos válidos (modelo utilizado pela Justiça Eleitoral para projeções oficiais), Wellington lidera com 35%, seguido por Jayme (28%), Pivetta (20%), Max (11%) e Natasha (5%).
Na pesquisa espontânea, quando o eleitor responde sem a apresentação de nomes, 58,69% afirmaram não saber ou não responder em quem votariam. O governador Mauro Mendes (União Brasil), que está em fim de mandato e não pode disputar novamente, foi o mais citado espontaneamente, com 7,88%. Na sequência aparecem Wellington (6,5%), Pivetta (4,8%) e Jayme (4,8%).
Espontânea
- Mauro Mendes (União) – 7,88%
- Wellington Fagundes (PL) – 6,5%
- Otaviano Pivetta (Republicanos) – 4,8%
- Jayme Campos (União) – 4,8%
- Cidinho Santos (PP) – 2,2%
- Janaina Riva (MDB) – 1,5%
- Natasha Slhessarenko (PSD) – 4,2%
- Max Russi (PSB) – 0,98%
- Blairo Maggi (PP) – 0,87%
- Sérgio Ricardo – 0,58%
O levantamento foi realizado entre os dias 6 e 9 de novembro de 2025, ouvindo 1.200 eleitores em Mato Grosso. A margem de erro é de 2,8 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o intervalo de confiança é de 95%. O IPCM controlou variáveis de sexo, idade e escolaridade na definição da amostra.