Cartada final do senadorvJayme Campos para vencer a convenção do União Brasil e viabilizar sua candidatura ao governo do Estado conta com articulação do deputado estadual Dilmar Dal Bosco (União), líder do governador e pré-candidato à reeleição Otaviano Pivetta (Republicanos) na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). Às vésperas da definição, Jayme tenta consolidar apoio interno para ser o nome do partido na disputa pelo Palácio Paiaguás.
A outra possibilidade é que a sigla abandone o projeto próprio e passe a compor a base de sustentação de Pivetta. Dal Bosco afirmou que, apesar da função exercida no Legislativo, defende que o União tenha candidatura própria ao governo. ‘Sou partidário e defendo candidatura própria’, declarou.
Jayme, por sua vez, agradeceu o apoio do deputado e o apontou como principal articulador de seu projeto eleitoral. ‘Só tenho a agradecer ao Dal Bosco, que sempre demonstrou ser um fiel amigo e uma liderança que pensa o partido com grandeza. Ele é o meu principal articulador da minha candidatura. Sou leal a ele’, pontuou.
Questionado sobre a convenção, Jayme manteve o discurso otimista de que será escolhido como candidato e disse que essa será a primeira vez que disputará uma definição partidária por meio do voto dos convencionais. “Na minha vida partidária, as decisões sempre foram por consenso. Mas vamos para a disputa. Confio nos meus correligionários e no sentimento partidário dos demais membros’, afirmou.
O ex-governador e presidente estadual do União Brasil, Mauro Mendes, que apoia Pivetta, também mantém altas expectativas de emplacar o apoio da legenda ao seu sucessor. Ele afirmou que não mudou de posição e reiterou que a definição partidária passará pela convenção. “Da conversa que tive com ele alguns dias atrás, vamos ter convenção e, do meu lado, não mudou um milímetro. Eu sempre disse que quem decide no União Brasil é a convenção. Vamos ver o que sai das duas convenções. Aí eu vou marcar a data da reunião da federação na sequência”.
O RITO
De acordo com o rito da convenção, a votação será iniciada com a presença de pelo menos 30 dos 50 delegados da direção estadual do União Brasil, conforme estabelece o estatuto partidário. O voto será secreto e a cédula terá três opções: candidatura própria de Jayme Campos ao governo, coligação para apoiar Pivetta ou abstenção. Após a apuração, a decisão será encaminhada à Executiva Estadual da Federação União Progressista, formada por União Brasil e PP.
Caso haja divergência entre as definições das duas siglas, caberá à direção da federação deliberar sobre o impasse antes de encaminhar a decisão para homologação da cúpula nacional.
OS VOTANTES
Diretório Estadual
Mauro Mendes Ferreira
Jayme Veríssimo de Campos
Fábio Garcia
Dilmar Dal Bosco
Sebastião Rezende
Júlio Campos
César Miranda
Aécio Rodrigues
Adjaime Ramos
Celcita Pinheiro
Gisela Simona
Antônio Bosaipinho
Lucimar Campos
Virginia Mendes
Vander Masson
Ari Zandoná
Roland Trentini
Baiano Filho
Sandy de Paula
Michelly de Alencar
Bruno Mena
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Ademir de Góes
José Hazama
Tatá Amaral
Edelo Ferrari
Héctor Alvarez
Leandro Félix
Moisés dos Santos
Uilson José da Silva
Delegados municipais
Luís Carlos Sperandio, de Alto Taquari
Elizandro Luiz Ferrari, de Brasnorte
Francisco Silvio Pereira Cruz, de Campo Verde
Márcio Aguiar, de Cocalinho
Hemerson Máximo, de Colíder
Waldeci Barga Rosa, de Guiratinga
Éder de Souza Santos, de Indiavaí
Pedro Alessandro Nascimento, de Ipiranga do Norte
Manoel Gontijo, de Juruena
Marcelo Vitorazzi, de Lambari d’Oeste
Celso Padovani, de Marcelândia
Luís Rogério Mena, de Matupá
Caíque Alvarez Bezerra, de Mirassol d’Oeste
Kácio Henrique da Costa, de Nova Mutum
Edegar Bernardi, de Nova Ubiratã
Natal Alves de Assis, de Planalto da Serra
Clenei Parreira, de Ponte Branca
Alex Steves Berto, de Rosário Oeste
Israel Martins, de Santa Terezinha
Luiz Fernando Falcão, de Santo Afonso
Sandro José Luz Costa, de São José do Xingu
Rogério Silva Santos, de Tangará da Serra