O governador Otaviano Pivetta (Republicanos) mostrou entusiasmo com a pesquisa realizada pelo instituto MT Dados que apontou uma virada dele sobre o senador Wellington Fagundes (PL) na corrida eleitoral rumo ao Governo do Estado. O pré-candidato acredita que conforme a população de Mato Grosso for o conhecendo, mais saberá que ele é capaz de continuar realizando entregas.
“Eu confio muito na nossa história, trajetória, o que fizemos nos últimos sete anos e meio mexeu muito com a vida das pessoas. O que a população vê em mim, e é verdade, é que eu tenho a capacidade de manter as conquistas que tivemos e tenho capacidade também de criar e evoluir além do que estamos fazendo que o Estado tem condições [de continuar]”, disse nesta terça-feira (28).
De acordo com os números estimulados, quando os pré-candidatos são apresentados aos entrevistados, Pivetta tem 25,2% das intenções contra 24,3% do parlamentar bolsonarista. O terceiro colocado é o senador Jayme Campos (União) com 14,3%, seguido da médica Natasha Slhessarenko (PSD) com 10,6%.
O publicitário Rafaell Millas, do Missão, está com 1,5%. O empresário Marcelo Maluf (Novo), foi citado por 0,9% dos eleitores, à frente do publicitário Maurício Coelho (Mobiliza), que obteve 0,7% das intenções de voto, e do administrador Alex Pucinelli (Democrata), com 0,4%. Brancos e nulos somaram 3,6%, enquanto 18,5% se declaram indecisos.
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Pivetta e o ex-governador Mauro Mendes (União) pegaram o Estado ‘quebrado’ em 2019, e levaram cerca de dois anos para consertá-lo. Desta vez, caso reeleito, o cenário será outro. “Pegamos o Estado quebrado e demoramos dois anos para colocar a casa em ordem e começar essa jornada de investimentos em todas as áreas e agora eu pego o Estado arrumado, não vou precisar perder tempo para arrumar”, enfatizou.,
A pesquisa MT Dados ouviu 2,8 mil eleitores em 45 municípios com entrevistas presenciais e pela internet, entre os dias 15 e 21 de julho. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, e nível de confiança de 95%. Pivetta afirmou que quer continuar no comando do estado para fazer mais, desta vez, com a caneta na mão.
“Quero continuar trabalhando, continuar fazendo, ouvindo as prioridades com muita alegria. Eu sinto que estou começando a chegar nas pessoas, me comunicar, entender a missão que vem pela frente. Sinto que agora as coisas que eu queria fazer finalmente poderei fazer”, concluiu.