Conhecida pela força do agronegócio, Campo Novo do Parecis, a cerca de 420 quilômetros de Cuiabá, concentra a maior produção de milho-pipoca do Brasil. Apesar de abastecer mercados e contribuir para o consumo do produto em diferentes regiões do país, o município possui uma particularidade: não conta com salas de cinema comerciais.
Em 2025, a cidade produziu aproximadamente 234 mil toneladas de milho-pipoca, volume que representa quase 45% das 523 mil toneladas colhidas em Mato Grosso. Os números são do Registro de Estabelecimentos e Produtos Agropecuários de Mato Grosso (Reagro/MT), divulgados em janeiro deste ano.
A produção coloca o município em posição de destaque nacional no cultivo do grão, utilizado tanto para abastecer o mercado brasileiro quanto para exportação.
O crescimento da atividade está relacionado à diversificação da agricultura local. Além da soja, uma das principais culturas da região, produtores investem em alternativas para a segunda safra, aproveitando as condições climáticas e a estrutura das propriedades rurais.
Cidade já produziu saco gigante com uma tonelada de pipoca
A importância do milho-pipoca para a economia local também já foi apresentada de maneira inusitada. Durante uma edição da Parecis SuperAgro, evento agropecuário realizado no município, um saco gigante de pipoca, com seis metros de altura, foi montado para chamar a atenção dos visitantes.
Para preencher a estrutura, foi necessária aproximadamente uma tonelada de pipoca. A iniciativa foi organizada pelo Sindicato Rural e teve como objetivo destacar a dimensão da produção agrícola do município.
A atração ajudou a divulgar a atividade que transformou Campo Novo do Parecis em uma referência nacional no cultivo do grão.
Produção agrícola movimentou R$ 7,8 bilhões
A economia de Campo Novo do Parecis não depende apenas do milho-pipoca. O município também está entre os maiores produtores agrícolas do Brasil e se destaca pela diversidade de culturas cultivadas ao longo do ano.
Segundo dados da Produção Agrícola Municipal (PAM), divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a cidade registrou aproximadamente R$ 7,87 bilhões em valor da produção agrícola em 2025, ocupando a quarta posição no ranking nacional.
Conhecida pela força do agronegócio, Campo Novo do Parecis, a cerca de 420 quilômetros de Cuiabá, concentra a maior produção de milho-pipoca do Brasil. Apesar de abastecer mercados e contribuir para o consumo do produto em diferentes regiões do país, o município possui uma particularidade: não conta com salas de cinema comerciais.
Em 2025, a cidade produziu aproximadamente 234 mil toneladas de milho-pipoca, volume que representa quase 45% das 523 mil toneladas colhidas em Mato Grosso. Os números são do Registro de Estabelecimentos e Produtos Agropecuários de Mato Grosso (Reagro/MT), divulgados em janeiro deste ano.
A produção coloca o município em posição de destaque nacional no cultivo do grão, utilizado tanto para abastecer o mercado brasileiro quanto para exportação.
O crescimento da atividade está relacionado à diversificação da agricultura local. Além da soja, uma das principais culturas da região, produtores investem em alternativas para a segunda safra, aproveitando as condições climáticas e a estrutura das propriedades rurais.
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Cidade já produziu saco gigante com uma tonelada de pipoca
A importância do milho-pipoca para a economia local também já foi apresentada de maneira inusitada. Durante uma edição da Parecis SuperAgro, evento agropecuário realizado no município, um saco gigante de pipoca, com seis metros de altura, foi montado para chamar a atenção dos visitantes.
Para preencher a estrutura, foi necessária aproximadamente uma tonelada de pipoca. A iniciativa foi organizada pelo Sindicato Rural e teve como objetivo destacar a dimensão da produção agrícola do município.
A atração ajudou a divulgar a atividade que transformou Campo Novo do Parecis em uma referência nacional no cultivo do grão.
Produção agrícola movimentou R$ 7,8 bilhões
A economia de Campo Novo do Parecis não depende apenas do milho-pipoca. O município também está entre os maiores produtores agrícolas do Brasil e se destaca pela diversidade de culturas cultivadas ao longo do ano.
Segundo dados da Produção Agrícola Municipal (PAM), divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a cidade registrou aproximadamente R$ 7,87 bilhões em valor da produção agrícola em 2025, ocupando a quarta posição no ranking nacional.
Além do milho-pipoca, o município possui lavouras de soja, milho, algodão, girassol, gergelim, grão-de-bico, chia, milho-canjica e diferentes variedades de feijão.
O girassol também é uma das culturas de destaque. Durante o período de floração, as plantações formam extensas paisagens amarelas, que atraem visitantes e pessoas interessadas em fotografar as lavouras.
A variedade de produtos agrícolas contribui para ampliar as oportunidades de comercialização e permite que os produtores aproveitem diferentes períodos do calendário de plantio.
Cachoeiras e turismo indígena também atraem visitantes
Além da importância econômica, Campo Novo do Parecis reúne atrativos naturais e culturais que vêm ganhando espaço no turismo regional.
Entre os destinos conhecidos estão a Cachoeira Salto Belo, com aproximadamente 50 metros de altura, o Balneário Rio Verde e a Cachoeira Salto Utiariti. Os locais oferecem paisagens naturais marcadas por rios, quedas d’água e vegetação preservada.
Outro destaque é o etnoturismo desenvolvido em comunidades do povo Haliti-Paresi, que proporciona aos visitantes experiências relacionadas à cultura, aos costumes e às tradições indígenas.
Desde 2022, oito aldeias passaram a integrar uma iniciativa de organização turística, incluindo Wazare, Salto da Mulher, Salto Belo, Utiariti, Quatro Cachoeiras, Ponte da Pedra, Rio Sacre e Cachoeira Azul.
Fundado em 4 de julho de 1988, Campo Novo do Parecis consolidou sua importância no agronegócio brasileiro ao combinar produção em larga escala e diversidade agrícola. Mesmo sem cinema comercial, o município mantém uma ligação direta com um dos alimentos mais tradicionais das salas de exibição: a pipoca.